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EU FUI: Super intercâmbio no Havaí na escola IIE

O Wagner Bordin é jornalista e usa o inglês na profissão. Por isso, durante as férias no trabalho, decidiu fazer um intercâmbio no Havaí na escola IIE. Conversamos sobre a escola, a residência estudantil, os preços e o lifestyle local.

Que destino! Vem ver esse depoimento!

Por que fazer um intercâmbio no Havaí

O Wagner queria conhecer a ilha e já tinha decidido pelo destino antes mesmo de se aprofundar nas pesquisas, já que esse é o destino perfeito para quem gosta de esportes, surf e natureza. Então, ele aproveitou as férias no trabalho e passou 5 semanas em um super intercâmbio no Havaí.

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Intercâmbio no Havaí no verão

O Wagner chegou na ilha em junho, em pleno verão, quando as temperaturas ficavam acima dos 30 graus. A água estava quente e o clima muito gostoso. Essa não é a temporada de ondas grandes, mas é possível aproveitar bastante e surfar para quem gosta do esporte.

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Intercâmbio no Havaí no verão | Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal
Intercâmbio no Havaí no verão
Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal

Moradia durante o intercâmbio no Havaí

Na primeira semana, o Wagner ficou hospedado em um hostel. Depois, foi para uma residência estudantil em Honolulu, onde dividia o quarto com um brasileiro. A residência era grande, fica em um prédio de 16 andares. O apartamento era grande, com duas camas, varanda, banheiro e cozinha equipada. A localização era excelente, a apenas 5 minutos a pé da escola IIE.

Intercâmbio no Havaí na escola IIE

Da sala de aula da escola IIE, em Honolulu, se vê o mar. As aulas são de terça a sexta pela manhã, das 8h às 13h30. Segundo o Wagner, dois professores se dividiam no conteúdo e a escola promovia várias atividades (como passeios e viagens curtas) por preços bons. Havia muitos suíços e japoneses. A localização é ótima, em frente à praia e ao lado de um shopping. Depois das aulas, o Wagner costumava atravessar a rua e ir à praia.

Transporte no Havaí

Nas proximidades de Waikiki (bairro mais famoso de Honolulu) e nas praias ao redor, é possível circular usando ônibus. Para quem quer conhecer o outro lado da ilha, o mais recomendado é alugar um carro para que a viagem seja mais rápida. Estudantes têm descontos no aluguel de veículos.

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Vulcão Mauna Kea no Havaí | Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal
Vulcão Mauna Kea no Havaí
Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal

Como é a cidade de Honolulu no Havaí

Segundo o Wagner, Honolulu é uma cidade como qualquer outra dos Estados Unidos: limpa, funcional, segura. Há lojas, redes de fast-food e tudo mais. A cidade é relativamente grande por concentrar hotéis, grandes redes de supermercado e lojas. Os restaurantes fecham cedo.

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Intercâmbio em San Diego x Intercâmbio no Havaí

O Wagner fez um intercâmbio em San Diego e comentou as diferenças entre os dois destinos. Segundo ele, há muito mais brasileiros em San Diego. Enquanto isso, no Havaí, havia apenas três estudantes brasileiros frequentando a mesma escola. Por esse motivo, a imersão na cultura e no idioma é maior. Por outro lado, em San Diego, é possível viajar, conhecer outras cidades da Califórnia. É um local estruturado e mais urbano – que pode acabar agradando mais. Para quem quer “desligar do mundo”, um intercâmbio no Havaí vai agradar mais.

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Vida noturna no Havaí

Em Waikiki, há bares bem turísticos, enquanto em Chinatown há outras opções interessantes, mas tudo fecha próximo das 2h. Todas as praias disponibilizam áreas para churrasco e é muito comum grupos de amigos ficarem na praia frequentando essas áreas. Mas atenção: é proibido o consumo de bebida alcoólica em vias públicas.

Custo de vida no Havaí

O Wagner esperava gastar mais porque, afinal, trata-se de uma ilha que tem fama de cara. Mas, ele diz que conseguiu viajar mais do que imaginava e teve a oportunidade de conhecer duas outras ilhas que são mais baratas (o transporte entre as ilhas é feito apenas de avião). Assim, ele não gastou muito mais do que em San Diego e achou os preços entre os dois locais bem parecidos.

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Aprendizado no intercâmbio 

O Wagner saiu muito satisfeito com o aprendizado durante o intercâmbio no Havaí. Ele se surpreendeu com o fato de haver pouquíssimos brasileiros – o que o obrigou a praticar mais. O nível da escola IIE era muito bom e as discussões em sala também. O resultado foi melhor do que o imaginado.

“Um ajuda o outro. Essa é a graça do intercâmbio. Você vê que você nunca está sozinho, tem sempre alguém disposto a ajudar.”

– Wagner Bordin

Waimea Bay, Havaí | Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal
Waimea Bay, Havaí
Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal

Atendimento da Descubra o Mundo

O Wagner encontrou a agência Descubra o Mundo pesquisando na internet durante uma madrugada. Enviou um e-mail e no dia seguinte recebeu retorno. Decidiu tudo em menos de um mês e ficou satisfeito com a agilidade da equipe.

Intercâmbio no Havaí | Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal
Intercâmbio no Havaí
Foto: Wagner Bordin/Arquivo Pessoal

Que tal planejar um intercâmbio no Havaí? O Wagner se colocou à disposição para falar mais sobre o destino e a equipe da Descubra o Mundo pode fornecer todas as informações que você precisa. Descubra o Havaí.

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