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Que tal uma Pós-Graduação no Exterior?

Estudar no exterior pode ser mais fácil do que você imagina. Basta se dedicar e ter foco.

Morar no exterior, respirar a cultura de outro país, conhecer pessoas novas, descobrir sabores inusitados da gastronomia local e de quebra se especializar na área que você tanto gosta.

Nada mal, não é mesmo? 

Mas saiba que fazer uma pós-graduação no exterior requer um checklist com alguns cuidados adicionais.

Há quem diga que essa é uma tarefa quase impossível. Mas e se a gente disser que hoje em dia existem diversas maneiras de realizar seu curso fora do país? E o melhor, em alguns casos é possível concluir o programa sem pagar mensalidade, com isso o dinheiro que você reservou pode ter outro destino (calma lá!). 

Show me the money

É preciso planejamento para enfrentar a jornada que virá pela frente. Se organize para juntar o máximo de dinheiro que conseguir para pagar a mensalidade da universidade selecionada e ainda para se manter no país, uma vez que os custos podem ser bem altos.

Se você optar pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que já formou mais de 80 prêmios Nobel e é sempre presença garantida no topo dos maiores rankings de qualidade na Educação, saiba que irá desembolsar em torno dos US$ 60 mil por ano – fora os gastos com alimentação e moradia.

Além do diploma você terá ainda a satisfação em dizer que estudou no mesmo lugar em que Kofi Annan, ex-secretário geral das Nações Unidas; Drew Houston, criador do Dropbox; e Buzz Aldrin, astronauta da missão Apollo 11 se formaram (show de bola, hein?).

Free study

Como citamos no início desta matéria, é possível estudar fora do Brasil com o ajuda de uma bolsa de estudos. Neste caso, cada programa conta com seu processo seletivo próprio, mas, em geral, o candidato deve preencher um cadastro que prove sua renda e sua alta performance acadêmica.

Além das instituições privadas, também é possível conquistar a tão sonhada bolsa com o apoio do governo federal – o programa Ciência Sem Fronteiras é um principal caminho para isso.

A iniciativa é uma parceria entre os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC), que por meio das Secretarias de Ensino Superior, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) incentivam os interessados a aprimorarem seus conhecimentos a partir de diversas áreas de interesse.

The book is on the table

Ter fluência na língua nativa do local de estudo também é muito importante para não passar vergonha. Pense bem, se no seu idioma já surgem algumas dificuldades, imagine só em outro país onde você não domina a fala. 

Além dos testes de inglês mais conhecidos, como o TOEFL e o IELTS, países de língua não-inglesa podem pedir testes específicos, como o DELF para o francês, o DELE para o espanhol e o CELI para o italiano.

Todos eles servirão para confirmar que a sua fluência no idioma é satisfatória para ingressar em uma instituição na qual aquela língua é predominante.

Let’s check

Muitos cursos de pós-graduação exigem cartas de recomendação de professores, colegas ou até mesmo do trabalho, portanto, é importante prever. Documentos como o currículo e histórico escolar também fazem parte da lista de exigência. E atenção: as instituições também realizam entrevistas com os futuros estudantes.

Que tal se preparar melhor para o mercado de trabalho?

Quero Bolsa possui uma lista de bolsas de estudo com desconto de até 80% em mais de 1.100 instituições em todo o Brasil. Para que você esteja cada vez mais preparado para o mercado de trabalho, não deixe de investir o seu tempo e conhecimento em uma pós-graduação ou outras modalidades de educação.

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